2020-11-10

Tágide: Heróis Portugueses XII

Os Heróis Portugueses prossegue caminho para as 50 personagens celebradas, e esta semana falamos d'O Infante Portugal, criado por José de Matos-Cruz em 2004, num seriado de prosa ilustrada e concebido visualmente pelo mestre José Garcês. O herói foi mais tarde reeinventado por Daniel Maia, que o trouxe para a BD em 2017, dez anos após a primeira edição em livro deste universo lusitano, com O Infante Portugal em Universos Paralelos. E falamos também do Sr. Simplicio Baptista, o protagonista da primeira BD publicada em Portugal, em 1850, adaptada do original francês por António Nogueira da Silva, e estreada na Revista Popular #18. Embora o Sr.Simplicio não seja uma personagem original, foi o primeiro caso de uma apropriação de herói para a cultura portuguesa, tal como mais tarde aconteceria com o Major Alvega (Battle Britton) ou Roldão, o Temerário (Flash Gordon), entre outros.


O Boneco Rebelde, de Sérgio Luís e Guy Manuel, foi criado em 1939 para a revista Papagaio e é um dos personagens pioneiros da BD portuguesa, tendo sido adaptado para um filme de animação em 1941, dois anos antes da conclusão da série. As Aventuras do Boneco Rebelde é também o primeiro caso de quebra da 4ª dimensão na BD nacional. Em 1999, a Bedeteca de Lisboa publica uma compilação da série, que é reeditada de novo em 2018, em 4 volumes, pelo município de Leiria, na sequência da sua exposição retrospectiva "rebeldes: Sérgio Luís e Guy Manuel".


Outro personagem clássico é Wakantanka, uma criação ao jeito de westerns, por Jorge Magalhães (arg.) e Augusto Trigo (des.). Publicado na revista Quadradinhos (vol2) entre 1981-1982, na revista Mundo de Aventuras entre 1981-1983, e Jornal da BD entre 1984-1985, as BDs foram compiladas nos álbuns O Bisonte Negro (Edinter, 1985) e O Povo da Serente (Meriberica/Liber, 1988).
E por último, temos o mais contemporâneo Mocifão, uma criação de Nuno Duarte (que por vezes assina como "Outro Nuno") em 2003, sendo estreado em webcomic. O herói foi publicado pela El Pep Books em 2009 e regressou no álbum Dia a Dia, com Azia, em 2010. O Mocifão surgiu ainda na forma animada, como em 2011, com Mocifão: The Meeting, para Smartphone.

2020-11-07

Inktober 2020: Henrique Gandum

A iniciativa artística Inktober, criada em 2009 por Jeff Parker, trata-se de um desafio direccionado para desenvolver a aptidão no desenho a tinta e para gerar sensações positivas face à criação gráfica. Hoje em dia, tornado um momento incontornável do calendário anual para muitos artistas profissionais e para amadores e entusiastas, a sua adesão encontra-se espalhada por muitos portfolios online e redes sociais.
O processo é simples: fazer um desenho por dia durante todo o mês de Outubro, seguindo a lista de sugestões lançada pelo criador ou, em alternativa, seguir uma motivação própria.

Este ano, alguns autores associados ao Tágide aderiram ao desafio, pelo que vamos durante Novembro destacar uma breve selecção dos seus trabalhos. Começamos pelo autor
Henrique Gandum, co-autor da série Congo, que frequentou algumas vezes os ateliers Tágide e que irá colaborar no fanzine Outras Bandas #4, ainda em 2020.




2020-11-02

Catálogo 30+1 com Tágide

O 31º Amadora BD disponibilizou recentemente o fanzine-catálogo 30+1: A BD não faz Quarentena, alusivo à exposição colectiva patente na Bedeteca da Amadora, na bibliotena municipal Fernando Piteira Santos. Esta trata-se de uma das mostras (em paralelo à retrospectiva do mestre José Ruy, “Do Tejo ao Fim do Mundo”), que o Amadora BD preparou para marcar o presente ano, em substituição do habitual festival.
30+1
é uma mostra temática sobre a pandemia causada pelo vírus Covid-19, que continua a afectar as sociedades mundiais e o mercado de banda desenhada, que esta exposição visa observar através do trabalho de trinta autores portugueses, que mantiveram a produtividade durante o começo da pandemia e também aqueles que realizaram novos projectos relativos ao vírus.

Entre os trinta autores encontramos
Daniel Maia, que apresentou pranchas de dois projectos, nomeadamente o seu próximo álbum CoBrA: Operação Goa (com Marco Calhorda) e a BD auto-conclusiva “Quim & Manecas dão cabo do Covid-19” (com Marco Fraga da Silva) feita para a antologia Virar a Página, e Pedro Cruz e Sérgio Santos, que ambos tomaram a iniciativa de criar uma BD propositadamente para a exposição, respectivamente intituladas “Corona” e “Corona Bandido.”
Por fim, saliento ainda o nosso colega
Penim Loureiro, que apresentou duas pranchas – em forma preliminar e finalizada – do seu novo álbum Umbigo do Mundo vol.1 – Alma Mãe (com Carlos Silva), publicado por A Seita.

2020-10-31

Tágide: Heróis Portugueses XI

A iniciativa do colectivo Tágide chega às 40 figuras evocadas; aqui ficam os desenhos desta semana:
Elisabete Jacinto
(ilustrada duas vezes pelo Yves Darbos) é uma das pessoas reais que protagonizam a colecção Os Portugas no Dakar, escrita pela própria e com arte de Luís Pinto-Coelho. A campeã do célebre rally juntou-se, assim, ao selecto grupo de personalidades portuguesas adaptadas para BD, nos dois volumes publicados pela editora Plátano em 2003 e 2007. Volvidos quase quinze anos, um novo álbum está a ser produzido. Enlil (ilustrado por Sérgio Santos) é a poderosa divindade Suméria em que o autor Pedro Cruz se inspirou para desenvolver numa rubrica seriada no seu blog, entre 2012 e 2013. A BD foi compilada no álbum The Mighty Enlil, em 2014, pela El Pep Books.




O carismático Barão Wrangel (ilustrado por Daniel Maia) foi criado por José Carlos Fernandes em As Aventuras do Barão Wrangel: Uma Autobiografia, originalmente publicado pela Pedranocharco (1997) e reeditado pela Devir Edições (2005). Este é um dos raros casos de quebra da 4ª dimensão numa obra portuguesa, dado a participação do autor na conclusão do álbum. E por último trazemos a Tristara Imortal (ilustrada por João Raz), uma heroína com raízes no género Fantasia Heróica, criada por Eliseu Gouveia para a revista Selecções BD (vol2), onde foi publicada entre 1999 e 2000. A BD integrava a saga Eclipse dos Deuses, do Grupo Aparte, ao qual o autor estava associado.

2020-10-26

Tágide: Heróis Portugueses X

E chegamos às dez partilhas, com 36 figuras da banda desenhada portuguesa imortalizadas nesta iniciativa pelo col. Tágide:
Nereila
(ilustrada por Maria João Claré) é a protagonista da série Dragomante, criada em 2018 pela dupla Filipe Faria (arg.) e Manuel Morgado (des.), que foi editada por G.Floy/ComicHeart, com o primeiro volume, Fogo de Dragão, também publicado em inglês (Dragon's Fire), que terá em breve uma sequela; Viriato (ilustrado por João Raz), é um herói da História portuguesa várias vezes adaptado à BD, mais reconhecidamente por Jorge Magalhães (arg.) e José Garcês (des.), entre 1952 e 1953, nas páginas da revista Cavaleiro Andante #26-33. A BD foi reeditada no Jornal de Almada e em álbum, pelo GICAV, após integrar a colectiva "Viriato na Banda Desenhada", em Moura (2015). A mesma figura foi também trazida à BD em 1972 por Eugénio Silva (des.) e Pedro Carvalho (arg.); por José Garcês (des.) e A. Carmo dos Reis (arg.) em História de Portugal em BD; por Pedro Castro na revista Heróis #1; por José Salomão (des.) e Vítor Belém (arg.) em Viriato, o Pastor dos Montes Hermínios; por Vítor Mesquita na revista Jacto #37; por João Amaral (des.) e Rui Carlos Cunha (arg.) em A Voz dos Deuses, adaptando o romance de João Aguiar; pó Crisóstomo Alberto em No Tempo dos Lusitanos; por Artur Correia (des.) e António Gomes de Almeida (arg.) em Super-heróis da História de Portugal vol.1; e por Artur Correia (des.) e Manuel Pinheiro Chagas (arg.) em História Alegre de Portugal.



Wanya (ilustrada por Susana Resende), foi criada por Augusto Mota (arg.) e Nelson Dias (des.) em 1972, com antevisão no fanzine Copra e revistas europeias Bang! e Falatoff, publicada depois no álbum Escala em Orongo, em 1973, pela editora Assírio & Alvim. A obra foi também editada na Alemanha e reeditada em 2008, pela Gradiva. Por último, temos o explorador Afonso Ferreira (ilustrado por José Bandeira), protagonista da série Congo, de Henrique e Duarte Gandum, publicada por estes através da sua chancela Mudnag Edições. Com estreia em 2017, em Um Mundo Esquecido, a personagem regressa em 2019 No Caminho das Trevas, altura em que é interpretado por Pedro Lima (que serviu de inspiração ao visual do herói) na curta-metragem do mesmo título apresentada no 30º Amadora BD.

2020-10-23

Tágide no 31º Amadora BD

O Amadora BD marca presença no calendário da banda desenhada nacional com um festival atípico, devido ao panorama pandémico que assola a sociedade portuguesa. O evento mantém a tradição de associar o concelho à comunidade de BD e preparou um conjunto simbólico de actividades e mostras a decorrer entre 22 de Outubro e 6 de Novembro. Para além de uma desenha de apresentações de obras e conversas com autores, irá exibir o doc Entre Traços: 30 Anos de BD e realizar, na Bedeteca da Amadora, as exposições “José Ruy: Do Tejo ao Fim do Mundo” e “30+1: A BD não faz Quarentena.”


Alguns autores associados ao Tágide participam no evento: o Daniel Maia, Pedro Cruz e Sérgio Santos são três dos 30 autores patentes na mostra “30+1”, onde cada artista expõe duas pranchas de BD recentes, criadas sob o tema Covid19 ou realizadas durante a quarentena, e Pedro e Sérgio encontram-se nomeados também nos Prémios Nacionais de BD, na categoria Melhor Fanzine/Publicação Independente, respectivamente por Mindex e H-Alt vol9 (onde se incluem BDs curtas pelo João Raz, Patrícia Costa e Penim Loureiro, Pedro Cruz e Sérgio Santos).

2020-10-20

Susana Resende no Festival de BD de Bruxelas

A autora Susana Resende, que entre outras tem realizado as acções de formação Iniciação à Arte Sequencial – que precedem à formação do col. Tágide –, foi recentemente convidada a integrar a mostra Uma Janela com vista para o Mundo, integrada no 11º Festival BD de Bruxelas, cujo contingente português é coordenado por Paulo Monteiro, autor/director da Bedeteca de Beja, em parceria com a Embaixada Portuguesa e o Instituto Camões.
Devido às contingências actuais, este ano o festival decorreu principalmente online, tendo lugar entre 10 e 20 de Setembro. A mostra portuguesa foi focada num grupo de 15 novos talentos femininos, num conjunto ecléctico de traços e estilos de BD, entre as quais se encontravam autoras consagradas e artistas recém-chegadas ao sector.

Paralelamente, a Susana aproveitou para fazer uma tourné às suas BDs curtas no blog, entre trabalhos publicados e inéditos: Sayonara (2013), in Zona Nippon 2, que foi nomeada para Melhor Obra Curta no XII Troféus Central Comics; Ceifeira (2015), uma BD refeita da participação na iniciativa Cadavér Exquisito!; Navegador (2015), in Gerador #6; 24 (2015), in revista CAIS #212 e na antologia Almanaque: Curtas de BD (2018); Aurora Boreal (2017), parcialmente editada em O Infante Portugal em Universos Reunidos; O Soba (2017), inédito, mas previsto para o livro Contos de Sabedoria; Menino Perdido (2018), inédito; e, por fim, uma menção à BD com base no último argumento escrito por Geraldes Lino (1936-2019), prevista para Eros #11, que será publicada em 2021.

  

2020-10-18

Tágide: Heróis Portugueses IX

Esta semana, a colheita de Heróis Portugueses celebrados pelo colectivo Tágide foram: o investigador Filipe Seems (ilustrado por Daniel Maia), criado por Nuno Artur Silva (arg.) e António Jorge Gonçalves (des.), foi primeiro publicado no semanário Sete e depois compilado nos álbuns Ana (1993) e A História do Tesouro Perdido (1994), editados pela Asa Edições. O herói regressou em 2003 com A Tribo dos Sonhos Perdidos e chegou a ser adaptado ao teatro, na peça A Conspiração, sendo ali interpretado por Nuno Lopes; Tom Vitóin (ilustrado por Yves Darbos), criado por Luís Pinto-Coelho, foi publicado desde 1992 em rubrica da revista Motociclismo, da editora Motorpress, e compilado nos álbuns As Odisseias de um Motard desde 1996 até ao 6ª volume, lançado em 2013. A BD continuou até 2017, tendo o autor produzido mais de 250 pranchas humorísticas, que actualmente são acessíveis em Andardemoto.pt; a Guarda Abília (ilustrada por José Bandeira), criada por Júlio Pinto (arg.) e Nuno Saraiva (des.), foi uma das personagens desenvolvidas pela dupla no jornal O Independente no final dos anos 90, tendo as suas aventuras sido compiladas em álbum homónimo em 2000, pela editora Contemporânea; e por fim, o barbeiro ao domicílio Pintaga (ilustrado por Mário André), criado por Arlindo Fagundes em 1985, nas páginas do jornal Diário e depois, a cores, no Jornal da BD, sendo mais tarde compilado no álbum La Chavalita, pela Editorial Caminho. O anti-herói regressa em 2003 com A Rapariga do Poço da Morte e em 2019 com O Colega de Sevilha, agora na chancela Arcádia (Babel). No entretanto, duas BDs curtas foram também editadas, a primeira na revista O Mosquito, em 1985, e outra no jornal Mundo Universitário, em 2007.


2020-10-15

Tágide: Reunião Virtual

Por força das circunstâncias, os encontros quinzenais do colectivo Tágide cessaram em Fevereiro passado, só retomando com um encontro mensal no final de Maio. Durante o verão, foi possível retomar as reuniões, infelizmente já sem a componente de atelier que nos caracteriza, e durante os passados cinco meses pudemos privar partilhando trabalhos e leituras, e coordenando projectos em grupo. Agora, com a nova fase de estado de emergência que se impõe, vamos novamente suspender a reunião do Tágide até uma ocasião mais permissiva.
O que não significa que deixaremos de lado a sinergia de grupo!... Nos passados meses, os autores testaram encontros virtuais, sempre animados, e vamos continuar a explorar esse modelo de tertúlia. Aqui ficam algumas fotos dos chats anteriores...

2020-10-12

Tágide: Heróis Portugueses VIII

Mais uma semana de partilhas de heróis nas redes sociais e 4 novos personagens juntam-se à lista de Heróis Portugueses a ser retratados pelo colectivo Tágide.
Copra
(ilustrada por Daniel Maia) foi criada em 1974 por Augusto Mota (arg.) e Nelson Dias (des.), a partir de um desafio do fanzine homónimo, estreado originalmente em 1972. A banda desenhada foi publicada no #3 daquela edição que, dali em frente, adoptou a heroína como mascote. O Menino Triste (ilustrado por Mário André) é uma criação de João Mascarenhas, surgido em 2001 e 2005 em dois pequenos livrinhos pela chancela do autor, Extratus, respectivamente intitulados O Menino Triste e Os Livros. Mais tarde, a tutela da personagem passa para a editora Qual Albatroz, que publica os álbuns A Essência (2008) e Punk Redux (2011). O Menino Triste tem também marcado presença em festivais através de exposições evocativas e retrospectivas.


Lou Velvet (ilustrado por José Bandeira) é um investigador privado do autor José Carlos Fernandes, estreado em 1996 no álbum Abaixo de Cão, pela Pedranocharco, a que se seguiu duas histórias compiladas no álbum Época Morte e (À Suivre), em 1997, pela Polvo Edições. E, por último, lembramos o navegador Porto Bomvento (ilustrado por Patrícia Costa), do mestre José Ruy, criado em 1988 no álbum Homens sem Alma, pela Editorial Notícias, que no mesmo ano cedeu a publicação da colecção à Asa Edições, a qual lançou outros sete livros até 1992. Mais recentemente, em 2005, a série foi reeditada em dois volumes, ainda pela Asa Edições.


2020-10-09

Tágide: Heróis Portugueses VII

A iniciativa Heróis Portugueses chegou na semana passada a 1/4 do seu percurso e brindou a 5 outros protagonistas da BD nacional, entre heróis bem antigos e outros bastante recentes:


Zé Inocêncio (ilustrado por Mário André), de Nuno Saraiva, foi criado em 1989 no fanzine Hips, saltando para o semanário O Inimigo, entre 1993 e 1994, e depois compilado em Zé Inocêncio, as Aventuras Extra-ordinárias de um Fala-Barato, em 1997, pela Baleiazul; vinte anos mais tarde, surge a reedição expandida pela Procyon. Franco, o trolha (ilustrado por Daniel Maia) é uma criação de Pedro Brito para a revista Art Nove, em 1994, cujas duas BDs foram compiladas em livrinho da colecção Primata Comix, da Polvo Edições, em 2002.
A erótica Zakarella (ilustrada por José Bandeira) de Roussado Pinto (arg.) e Carlos Alberto Santos (des.) surgiu em revista em 1976, pela Portugal Press, e foi descontinuada em 1978 após 28 números. A personagem regressou em 2012 através de uma mostra colectiva na Bedeteca de Beja e, em 2014, noutra exposição, “Prelúdio a Infernus”, que antevia uma nova aventura por Nuno Amado (arg.) e Jo Bonito (des.), porém inédita. A dupla David e Bia (ilustrados por Nuno Dias) são dois dos protagonistas do grupo Estalo, que estão no centro da intriga de BRK, a série de Filipe Pina (arg.) e Filipe Andrade (des.), publicada no BDjornal entre 2006 e 2008, e concluída no volume pela Asa Edições, em 2009; a trilogia não foi concluída, porém.
E, por último, trazemos Paiva (ilustrado por Yves Darbos), o lojista da Superfuzz e protagonista da série do mesmo nome, foi criado por Esgar Acelerado (arg.) e Rui Ricardo (des.), posteriormente substituído por João Maia Pinto, e nasceu no jornal Blitz em 2001, tendo palco no suplemento Gazeta Cru. As pranchas humorísticas foram compiladas em álbum pela Devir, em 2004, no título
Vai sonhando, Paiva... Vai sonhando!

2020-09-28

Tágide: Heróis Portugueses VI

A iniciativa Heróis Portugueses prossegue e esta semana destacámos as personagens Zahna (ilustrada por Patrícia Costa), criada em 2018 por Joana Afonso, do álbum do mesmo nome publicado pela Polvo; o herói aveirense David Góis (ilustrado por João Raz), do álbum Obscurum Nocturnus, do autor Diogo Carvalho, uma auto-edição de 2014; e por fim Paio Peres (ilustrado por Yves Darbos), o protagonista d'As Aventuras de Paio Peres, do escritor José Machado Dias e desenhador Vítor Borges, publicado originalmente em 1992 na rubrica de BD do jornal Outra Banda, do Seixal, e concluido em 1995 nos álbuns O Espião e Missão em Al-Mahadan, que estrearam a editora Pedranochardo.


2020-09-25

Ossadas do Ofício VI

O colectivo está prestes a terminar esta aventura sequencial iniciada há cerca de um ano. Estas pranchas da recta final do “Ossadas do Ofício” foram assinadas por António Coelho (p12, topo), Daniel Maia (p12, fundo), José Bandeira (p13, topo), Shania Santos (p13, fundo), Jorge Rodrigues (p14, topo), Patrícia Costa (p14, fundo), Nuno Dias (p15, topo) e Maria João Claré (p15, fundo).


Leia os capítulos anteriores aqui: parte 1, parte 2, parte 3, parte 4 e parte 5.


2020-09-22

Patrícia Costa e Sérgio Santos no Projecto ACBD

O projecto ACBD seleccionou o argumentista Marco Fraga Silva para a escrita da prancha singular de BD de Agosto, intitulada “Vidália.” A proposta da iniciativa é desafiar vários autores a interpretar à sua maneira a narrativa, e, desta vez, a intervenção foi mais acorrida, reunindo nove desenhadores. Entre os trabalhos submetidos, encontramos BDs pelos “nossos” Patrícia Costa e Sérgio Santos.
A página do projecto ACBD está disponível na rede social Instagram.