O
autor e coleccionador José
Bandeira
voltou à caça de autógrafos, desta vez no 18º FIBDB. Aqui ficam
algumas dedicatórias que recebeu...
O
autor e coleccionador José
Bandeira
voltou à caça de autógrafos, desta vez no 18º FIBDB. Aqui ficam
algumas dedicatórias que recebeu...
O autor José Macedo Bandeira participa pela 3ª vez na iniciativa art cred ACBD, coordenada pela Associação Tentáculo, e desta vez ilustrou um texto de Samir Kamiro, no desafio de Abril/Maio. O argumento, “Café A Brasileira,” toca num tópico de grande interesse para José, a mística e os contextos do poeta Fernando Pessoa, que também anteriormente o levaram a distinções em concursos de BD e de ilustração.
A
secção Leituras regressa com duas breves apreciações, de José
Bandeira
e Susana
Resende,
respectivamente ao autor Ersin Karabulut e ao webcomic Blue Night.
O webcomic Blue Night, Ronde of Ecstacy é criado por Hochi e Yanna, e ilustrado por Haedok. Descobri esta série manhwa por casualidade, ao procurar plataformas online para ler webcomics. Trata-se de um webcomic em continuação, estreado no final de 2022, no género romance gótico, que conta a história de Kang Seoyoon, uma rapariga que adormece num recital de piano e acorda para uma realidade sobrenatural, povoada por monstros descendentes da mítica Lilith, onde o pianista, Ahn Heewon, lidera uma seita de criaturas que na Terra conhecemos como incubus, e se alimenta do êxtase dos humanos. Para ensinar o seu protegido, Alex, um jovem vampiro, Ahn força Kang a acompanhar Alex, para ensiná-lo a alimentar-se de pessoas, mas sem as matar. Kang vê-se, assim, no meio de um conflito entre várias facções de criaturas, numa narrativa parecida à saga Twilight e Uma Entrevista com o Vampiro.
O
autor José
Bandeira
foi recentemente distinguido com Menção Honrosa no concurso “Fado ecoa em Banda Desenhada,”
promovido pelo Leitorado de Poznan de Camões e Fundação Instituto
de Cultura Popular de Poznan.
O
concurso, aberto a todas as faixas etárias e nacionalidades, pediu
trabalhos centrados no fenómeno do Fado em todas as suas expressões,
prometendo aos vencedores um prémio pecuniário e publicação, a
ser lançada durante o Festival
de BD de Poznan ‘2023,
em final de Abril. O júri elegeu como vencedor “A Morte e o
Fadista,” de Michal Romanski, e duas Menções Honrosas ex-aequo,
pelas duplas portuguesas Catarina Pisco e Mónica Alves, com “Fado
Eterno,” e José Bandeira e José de Matos-Cruz, com “Fernando
Pessoa e Aurora Boreal em O Reverso do Universo.”
Este é o 3º prémio obtido pelo José, após vencer (com dois outros vencedores) o Prémio de Ilustração BIC/DN (2020) e 1º prémio do 15º BDteca: Salão de BD de Odemira (2021).
Nos
dias 18-19
de Março,
o Museu
Bordalo Pinheiro
vai promover a 2ª Feira do Livro de BD,
organizada em parceria com as livrarias Cult, Legendary Books e Tinta
nos Nervos. Entre as diversas actividades a realizar, o publico vai
encontrar as mostras BD Portuguesa: Um Olhar sobre as colecções do
Museu de BD de Beja, comissariada por Paulo Monteiro, e Fora do
Quadrado: Bordalo e as Origens da BD em Portugal, com curadoria de
Sónia Brochado, que ficam patentes até 18 Junho.
A
antologia H-Alt #12, publicada pela Associação Tentáculo e
coordenada pelo editor Sérgio Santos, foi nomeado na categoria
Melhor Antologia no 4º Prémios Bandas Desenhadas, alusivas a
edições de 2022. O livro conta com capa e entrevista
ilustrada de Daniel Maia, e BD curta de José Bandeira (com arg. de Nuno
Duarte), entre muitas outras BDs e autores.
Adicionalmente, a edição teve ainda destaque com a nomeação para Melhor BD Curta, "The Monster."
O
BD Montijo: Iniciação à Arte Sequencial, promovido pela Câmara
Municipal de Montijo e leccionado por Susana Resende, engloba três
cursos, entre 2018 e 2019-2020. A iniciativa resultou em 18 BDs
curtas pelos formandos – muitos, estreantes absolutos – sendo as
BDs reunidas em BD Montijo: Iniciação à Arte Sequencial – Antologia I e
expostos na Casa Mora – Museu Municipal de Montijo, em Fev. 2022.
Dado o livro ter edição limitada, muitos leitores não tiveram
chance de conhecer estes autores, que mais tarde fundaram o colectivo
Tágide; por isso, o TágideBD partilha aqui as BDs...
Por
ordem alfabética, apresentamos agora
“Capitão”,
de José
Macedo Bandeira,
uma BD sobre brincadeiras de crianças com ecos de epopeias antigas.
Reflexões
"A
BD “Capitão” foi inspirada na personagem de Nuno Álvares
Botelho, capitão das Índias, nascido na Aldeia Galega do Ribatejo
em 1590. Com a idade de 8 anos integra a armada portuguesa que
combate em Gibraltar e Marrocos. Com 27 anos embarca para a Índia,
onde se destaca como feroz combatente. Morre afogado com a idade de
41 anos, em Samatra, após confronto com as forças locais apoiadas
pela esquadra holandesa."
- José Bandeira
Biografia
Natural
de Coimbra, conclui o Curso de Artes Gráficas da Escola António
Arroio, em 1975. Ingressa na Imprensa Nacional-Casa da Moeda como
bolseiro, iniciando actividade profissional como gravador, designer gráfico e holografia, sendo a INCM
pioneira na área na Península Ibérica. Em 1987, foi premiado como Gravador.
Publicou
BDs no Mundo
de Aventuras,
em 1977, e cartoons na Cineasta,
em 1982, assim como ilustrou livros escolares. Colabora com a Federação Portuguesa de Cinema e
Audiovisuais nos anos 80, sendo a sua BD “Sessão Final”
(inspirada em Fahrenheit 451, de Ray Bradbury) a base para o filme
homónimo de João Paulo Ferreira, premiado no Festival de Cinema
Amador de Bruxelas e prémio especial Unesco.
Após frequentar 3º
curso Iniciação à Arte Sequencial, venceu o Concurso de Ilustração
“A BIC é do Mundo”, pela BIC/Diário de Noticias, em 2020, e o
1º prémio do 15º BDteca, pelo salão de BD de Odemira,
em 2021. Edita BD no Outras
Bandas
#2-7 e no BD
Montijo: iniciação à Arte
Sequencial
- Antologia
I
(2022).
A
antologia Aurora Boreal em Reflexos Partilhados, coeditada pela
Kafre, do escritor José de Matos-Cruz, e Arga Warga, do autor Daniel
Maia, lançada em Maio no FIBDB e com trabalhos de João Raz, José
Bandeira, Nuno Dias e Susana Resende, entre outros, recebeu duas
críticas no sector, sendo a primeira uma resenha breve do portal
BandasDesenhadas e a última uma análise a fundo pelo blogue
Vinheta2020. Aqui ficam alguns excertos:
SF,
em BandasDesenhadas:
“Estas
bandas desenhadas curtas dedicadas à Aurora Boreal, realizadas a
diversas mãos, apresentam registos muito díspares. Contudo, é uma
leitura que vale a pena realizar!”
Hugo
Pinto, em Vinheta2020:
“Devo
admitir que o alcance das histórias deste livro me surpreendeu. E
quando digo que me surpreendeu não tem de ser, forçosamente, uma
coisa positiva nem negativa. Surpreendeu-me pois não conhecia todo o
envolvimento em torno da personagem de Aurora Boreal. E talvez por
esse motivo, fiquei quase atordoado com toda a viagem onírica que
esta personagem transporta consigo e que está bem patente nas várias
histórias que constituem esta antologia.
Dito
por outras palavras, se esperam encontrar uma leitura simples e leve,
como é, muitas vezes, apanágio das antologias de banda desenhada,
Aurora Boreal em Reflexos Partilhados não será para vós. Por outro
lado, se apreciam poesia, questões do metafísico e banda desenhada…
é bem provável que devam conhecer esta antologia.
A
personagem que dá mote a estas histórias foi criada em 2012 por
José de Matos-Cruz e apareceu na sua trilogia de livros dedicados a
O Infante Portugal. É uma figura feminina e sensual, carregada de
elementos cósmicos, que a fazem parecer uma deusa do imaginário.
Não
diria que exista nestas histórias uma linha narrativa que nos conte
uma história concreta à volta da personagem. Ao invés, vão-nos
sendo dado abordagens diferentes que colocam Aurora Boreal em
variadas situações. Mas há sempre um toque de fantástico, de
exótico e de transcendente nestas histórias.
Em
muitos casos – não há como não – o leitor acaba por se perder
na própria premissa, já que a mesma é demasiado lata e abstrata.
No entanto, por vezes também sabe bem deixarmo-nos levar por
narrativas mais psicadélicas. É o caso.
O
estilo de ilustração que aqui podemos encontrar é expetavelmente
muito variado, dada a quantidade de autores que participam na
antologia.
Destacam-se
o belo estilo de sketch a carvão de Susana Resende, o estilo
realista de Daniel Maia, o estilo mais clássico de José Ruy, ou a
abordagem mais estilizada e abstrata de Renato Abreu.
Como
história, propriamente dita, fiquei agradavelmente surpreendido com
“Aurora Boreal e o Reverso do Universo,” com desenho de José
Macedo Bandeira, que nos dá um belo conto ambientado na temática de
Fernando Pessoa.
Já
quanto aos desenhos, enquanto confesso fã das ilustrações de
Daniel Maia, posso dizer que as mesmas não desiludem e que revelam
como o autor é virtuoso na execução de belos desenhos. Além
disso, também tem a capacidade para ilustrar vários tipos de
ambientes e histórias diferentes, o que revela que é um autor com
um potencial enorme, ainda por explorar.
Em
termos de edição, tendo em conta que é independente, parece-me que
o trabalho é bastante decente. Este livro a preto e branco tem capa
mole e um papel brilhante que me parece adequado. Acho apenas que
deveria ter sido feita uma maior divisão entre histórias, uma vez
que, por vezes, ainda estamos mergulhados numa história e já o
conto seguinte começou. Julgo que mesmo que não fosse dada uma
página branca entre histórias, ao menos poderia ter sido feita uma
divisão gráfica mais inequívoca.
Em
suma, Aurora Boreal em Reflexos Partilhados, pelo universo
alegórico-fantástico que traz consigo, é uma antologia bastante
original na sua génese. Nem sempre de fácil de leitura, relembro,
mas audaz nos intuitos de significados profundos que procura
atingir.”
O
33º festival Amadora BD é inaugurado hoje e decorre até 30 de Outubro, com núcleo central no Skate+Ski Park da cidade. O
colectivo informal Tágide e vários autores com afinidade ao grupo
vão marcar presença no evento, com apresentações e autógrafos,
para além da presença entre
os nomeados aos Prémios de BD da Amadora.
A
apresentação oficial da revista antológica H-Alt
#12 está marcada para o 33º festival Amadora BD. Estarão
presentes, além do editor Sérgio Santos, vários
colaboradores portugueses que participaram nas histórias de BD
incluídas neste número, bem como o autor da capa, Daniel Maia,
que tem destaque neste volume com uma entrevista exclusiva e
ilustrada. Como sempre, a temática da revista é ficção
especulativa; i.e. ficção científica, terror, fantasia,
história/realidade alternativa, surrealismo etc.
Entre
os autores colaboradores estão Agonia Sampaio, Andrea Lassere, Angel
de Oliveira, Aunes Ronoy, Beatriz Gusmão, Bruno Farinelli, Daniel
Maia, Edgar
Ascensão, Jeff Dyer, João Tavares, José
Bandeira,
Keven Rocha, Lancelott Martins, Lorenzo Zazzeri, Luís Sousa,
Marcello Bondi, Marco Fraga da Silva, Maria J. Costa, Mateus Boga,
Maurício Lima, Miguel Garcia, Miguel Santos, Nietzsche Pop, Nuno
Duarte, Raqs Rodrigues, Ricardo Rubegni, Ricardo Sciarra, Rick Alves,
Samir Karimo, Sandro Leonardo, Sergio Mallaganez, Sérgio Santos e
Vladimir Kuzmanov.
Será
possível adquirir exemplares na banca do festival, embora a edição
vá mais tarde estar disponível online, como e-book.
H-Alt
#12
[Associação
Tentáculo]
Editor: Sérgio Santos
Revisão: João Tavares
& Marco Fraga da Silva
Capa: Daniel Maia | Autores:
AA.VV.
Revista BD
| 148p | Quadricromia
1ª
Edição: Outubro 2022 | 50 exemplares
ISBN:
2183-6477 | PVP. 10,00€
Contacto: zine.h.alt@gmail
| Site: H-Alt.weebly.com
A
editora Saída de Emergência continua com o seu projecto
editorial de antologias de escritores clássicos do horror e fantasia
mundial. Depois do volume inaugural, dedicado a Edgar Alan Poe,
seguido por H.P. Lovecraft e Robert E. Howard, reservado a histórias
do cimério Conan, o novo volume é dedicado a Edgar Rice Burroghs e
ao seu Tarzan.
Estes
livros têm a particularidade de reunir ilustrações por autores
portugueses, tais como Daniel Maia e Susana Resende, que participaram
em Os Contos Mais Épicos de Conan, e também de, desde 2021, acolher
dois autores extra, seleccionados em concurso organizado pela
editora. Alguns artistas do Tágide participaram anteriormente e, no
livro Tarzan dos Macacos e Outras Histórias da Selva,
foi igualmente promovido outro concurso.
Aqui
ficam as propostas dos ilustradores José Bandeira e Henrique Gandum...
A
92ª Feira do Livro de Lisboa termina amanhã e, este ano, diversos
autores associados ao grupo informal Tágide marcaram presença com
sessão de autógrafos, nomeadamente Daniel Maia (dia 27 e 2), Duartee Henrique Gandum (dia 3 e 4), José Bandeira (dia 9) e Mário André
(dia 9). Aqui ficam fotos das sessões, na loja Convergência (D55-57)...
A
92º
Feira do Livro de Lisboa
regressa ao Parque Eduardo VII entre 25
de Agosto e 11 de Setembro.
O
evento promete ser o maior de sempre, com um conceito novo e repleto
de novidades, onde 340 pavilhões serão distribuídos por 140
participantes editoriais. Esta será também a última feira a
decorrer fora da época habitual, voltando a Maio e Junho em 2023.
Alguns
autores do Tágide marcam presença no evento:
-
Daniel
Maia
assina CoBrA: Operação Goa
(Ala dos Livros) nos dias 27/8
(16h-17h)
e 2/9
(18h-19h),
no Pavilhão D55
(Convergência)
-
Duarte
e Henrique Gandum
assinam a
série Congo (Mudnag/Ego) nos dias 3
e 4/9,
no Pavilhão D11
(Ego
Editorial)
-
José Bandeira assina a
antologia Aurora Boreal em Reflexos Partilhados (Arga Warga/Kafre) e Mário André assina Quaresma, o Decifrador vol.1 (Kustom Rats), no dia 9/9 (16h-17h), no Pavilhão D55
(Convergência)
Contamos com a vossa presença!
O
ilustrador José Bandeira, que fez carreira como Gravador e
Designer na Imprensa Nacional Casa da Moeda, teve várias artes suas
em destaque na mostra retrospectiva que esteve em exposição no
exterior do edifício-sede.
A mostra, que celebra o 50º aniversário da fusão dos mais antigos estabelecimentos industriais do país, a Casa da Moeda e a Imprensa Nacional, visa dar a conhecer alguns momentos mais marcantes da história da empresa.
O
1º semestre de 2022 devolveu o sector da BD portuguesa ao ritmo
editorial e de acções culturais pré-pandemia. Vários autores do
colectivo Tágide já retomaram actividade e neste destaque fazemos
um resumo da sua presença no mercado:
Daniel
Maia publicou, através da Ala dos Livros, o seu novo álbum
CoBrA: Operação Goa, com argumento de Marco Calhorda. O
livro tem desconto de 10% (15€) em compra no site da editora, com
oferta de print exclusivo (limitado a 60 unidades).
João
Raz retomou a coordenação do 3º Barreiro IlustraBD, em
parceria com o AMAC e município do Barreiro, que também editou o
primeiro catálogo do evento, onde se reproduz uma página e
biografia de todos os autores nacionais em cartaz. Vários autores do
Tágide também marcaram presença no evento, alguns com exposição,
como Daniel Maia, Henrique Gandum e Duarte Gandum, Patrícia Costa e Sérgio Santos.
Mário
André publicou o seu 2º álbum, Quaresma, o Decifrador: O Caso do Quarto Fechado, que estreia esta nova colecção onde o
autor/editor adapta à BD os romances policiais de Fernando Pessoa,
escritos há um século. O álbum de BD custa 12€.
Em
simultâneo, o autor lançou também o novo número do fanzine Doce Êmese Canibal – Wars!, com arte de Caetana André, que custa 2€.
Nuno
Dias realiza uma acção de apoio social em benefício das
vítimas da guerra na Ucrânia, Sketch4Ukraine. Os desenhos
oferecidos pelo autor geraram mais de 300€, numa causa que cativou
imensos apoiantes.
Patrícia
Costa lançou o 3º álbum da sua série. Crónicas de Enerelis: Volume 03 – Sombras, pode ser adquirido isolado por
22€, ou em conjunto com os anteriores livros, com desconto, sendo
ainda oferecidos pequenos brindes em cada compra.
Sérgio
Santos retomou a publicação da antologia H-Alt
#11, com diversos autores nacionais e internacionais. O volume já
está acessível online, mas continua disponível para compra em
livro, por 10€.
Susana
Resende lançou o livro ilustrado Os Animais nos Provérbios,
através da Apenas Livros, e mais recentemente encabeça ainda a
antologia Aurora Boreal em Reflexos Partilhados, por José de
Matos-Cruz, em coedição com Daniel Maia, com base na personagem que
a autora co-criou. Também integram a antologia os autores Daniel
Maia, João Raz, José Bandeira e Nuno Dias, entre outros, e custa
10€.
Yves
Darbos retomou o seu podcast C.A.L.K., com a 3ª emissão, e
recentemente colaborou também no livro filosófico Holding a
Fish, de Justin Parker, ilustrando a capa/contracapa do livro.
Está disponível na Amazon por 8,50€.
Por
fim, o Tágide lançou o fanzine Outras Bandas #7
– Heróis Portugueses II, que conclui a iniciativa de homenagem
a personagens de BD nacionais. O fanzine está disponível a 3€.
Contactos
directos e mais informações nos respectivos links.
Na
sequência do desafio do ACBD de Maio/Junho, sob o argumento
“O Som do Silêncio,” por Daniel Maia, foram divulgadas no
dia 30/6 as bandas desenhadas recebidas. Estas pranchas de BD
auto-conclusivas, com diferentes interpretações narrativas do guião
e numa grande variedade de abordagens gráficas, foram assinadas
pelos autores Agostinho Pereira, Bruno Maio, Filipe Duarte, Filipe Leitão,
Inocência Dias, Keli Vasconcelos, Luís Guerreiro, Marcos Teixeira,
Miguel Lázaro, Pedro Nascimento, e pelos colegas do
Tágide, José Bandeira e Mário André.
Continuando
a reportagem fotográfica do 17º Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, a tarde foi preenchida com a
apresentação de Crónicas de Enerelis: Volume 03 – Sombras, de
Patrícia Costa, com a autora/editora a falar sobre a produção
da colecção, que com este 3º livro vai ainda em, estima, 1/4 da
saga do jovem herói Eyren Caeli.
A produção do vol.4 está em curso e
prevê-se edição no início de 2023.
Depois,
regressou a autora Susana Resende, que realizou o lançamento
da antologia Aurora Boreal em Reflexos Partilhados, uma coedição de
Kafre/Arga Warga. Este álbum, com textos de José de Matos-Cruz, é
a 2ª adaptação para banda desenhada do seu universo ficcional,
desta feita sendo alusiva à enigmática personagem Aurora Boreal,
cocriada por Susana em 2012.
A
sessão foi completada pelas intervenções dos autores José
Bandeira e Nuno Dias, que editaram ali as suas mais
extensas BDs realizadas até à data.
Por
último, ao final da tarde, o autor/editor Sérgio Santos
lançou a sua antologia H-Alt #11, onde é incluído uma BD com
argumento de Pedro Cruz, entre diversos nomes da comunidade
portuguesa de BD. O próximo volume, como é habitual, está previsto
para o último trimestre do ano.