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2023-05-15

Autores Tágide integram H-Alt: Best Of 2

A antologia semestral H-Alt faz um sabático na edição de obras novas este ano e prepara-se para lançar dois volumes Best Of, na sequência do primeiro destes, em 2018. O Vol.2 vai ser apresentado no 18º Festival Internacional de BD de Beja, no primeiro fim-de-semana de Junho, e conta com trabalhos de alguns autores associados ao colectivo Tágide, nomeadamente Patrícia Costa (com argumento de Penim Loureiro) e Pedro Cruz, assim como Sérgio Santos, na condição de argumentista.

O lançamento está previsto para Domingo, dia 4 de Junho, às 14h30, com a presença do editor Sérgio Santos e colaboradores Filipe Duarte e Marco Fraga Silva.

2023-03-20

Exposição retrospectiva H-Alt no CPBD

O autor/editor Sérgio Santos e a Associação Tentáculo publicam a revista H-Alt desde 2015, e durante oito anos tem sido uma das dinâmica plataforma nacional no juntar escritores e artistas, bem como apresentar talento internacional, através de BDs curtas e entrevistas. Em 2023, a revista vive um ano evocativo, em que vai publicar dois volume best-of e expor uma selecção de trabalhos na mostra retrospectiva12 edições, 12 números,” patente entre 25 de Março e 29 de Abril na sede do CPBD/Clube Português de Banda Desenhada (Av. Brasil 52, 2700 Amadora; 15h-18h).

Entre os autores patentes na exposição, constam colegas do colectivo Tágide, tais como Daniel Maia, Patrícia Costa, Pedro Cruz e Sérgio Santos.

2022-06-08

Autores Tágide no 17º Lyon BD

O 17º Festival Lyon anunciou recentemente o início de uma parceria com o festival Amadora BD, para celebrar a banda desenhada portuguesa e francesa. Além de um programa transversal e diversificado, incluindo exposições colectivas, delegações de artistas e profissionais, debates e encontros, performances, concertos desenhados e negociamento de licenciamentos editoriais, o objectivo da parceria visa reforçar a visibilidade do talento e da criatividade dos autores de ambos países, num evento que decorre de 1 a 30 de Junho, no Hotel de Ville, em Lyon.

A acção da comitiva portuguesa, à luz da qual se pretende salientar o intercâmbio artístico-cultural na área da BD entre os dois países, investindo-se, desta forma, na valorização e reconhecimento deste género literário e dos seus agentes ativos, tais como artistas, escritores, editores etc, tem lugar entre 10 e 12 de Junho, sendo marcada, entre outras actividades, pela mostra colectiva30+1: A BD não faz Quarentena,” promovida pelo Amadora BD para o 31º festival, em 2020, alusivo à influência da pandemia mundial na comunidade bedéfila.
Entre os trinta autores que integram a exposição, constam os autores do Tágide,
Daniel Maia, Pedro Cruz e Sérgio Santos.

2022-05-23

H-Alt #11 [H-Alt]

A apresentação oficial da H-Alt #11, a antologia editada por Sérgio Santos, vai ocorrer no próximo fim-de-semana, no 17º Festival Internacional de BD de Beja.
Estarão presentes, além do editor, vários colaboradores que participaram nas
diversas histórias de BD que figuram neste número, tais como Aberto Pessoa, André Mateus, António Rocha, Aunes Ronoy, Charles Hoffmann, Cristian Menna, Diogo Carvalho, Filipe Duarte, Hannes Radke, João Cruz Tavares, Keven Rocha, Kurt Belcher, Marco Fraga da Silva, Mateus Boga, Mikael Lopez, N. G. Williams, Osvaldo Medina, Pedro Cipriano, Pedro Cruz, Rafael Antunes, Rafael Marques, Sandro Leonardo, Sérgio Santos e Tché.

Como sempre, a temática da revista é a ficção especulativa e.g. Ficção-científica, Terror, Fantasia, História/Realidade Alternativa e Surrealismo, e o título apresenta obras a cores e P/B. Desta vez, a imagem da capa é da autoria do consagrado autor italiano Riccardo Latina, estando o seu trabalho em destaque na edição, que inclui uma breve entrevista exclusiva com o artista. Na secção Descobrir, é publicado um artigo sobre o Concurso Avenida Marginal.

Para além da novidade, s
erá também possível adquirir exemplares anteriores no Mercado do Livro do festival.

A antologia
H-
Alt #11 é apresentado no Domingo, dia 29 de Maio, às 16h45.

 H-Alt #11
(H-Alt)
Editor: Sérgio Santos
| Autores: AA.VV.
Ilustração de Capa: Riccardo Latina
Antologia de BD | 150 páginas | Impressão a Cor

1a
Edição: Maio de 2022 | PVP. 10,00€

2021-10-10

Sérgio Santos lança H-Alt #10

O autor/editor Sérgio Santos retoma a publicação da antologia H-Alt, após o interregno provocado pela ausência de eventos da especialidade em período de pandemia. O H-Alt #10 traz histórias curtas de banda desenhada nos géneros de fantasia, sci-fi e história alternativa, algumas das quais são capítulos seriados e continuações de números anteriores, assim como inclui uma entrevista ao ilustrador da capa, o autor italiano Vicenzo Riccardi, e destaques ao evento Fórum Fantástico e ilustradora Liliana Maia.
Colaboram na edição os autores
Alberto Pessoa, Ana Rita Dias, Bruno Teodoro, Charles Hoffmann, Diogo Almeida, Diogo Alves, João Vasconcelos, Kurt Belcher, Liliana Gaio, Luís Guerreiro, Marco Fraga Silva, Margarida Mendes, Mateus Boga, Miguel Garcia, Pedro Cruz, Pedro N., Rapha Pinheiro, Ricardo Robalo, Rob Croonenborghis, Samir Karimo, Sandro Leonardo e Sérgio Santos, que apresentam, ao todo, 14 BDs curtas.

O álbum será apresentado no 10 de Outubro, às 15h30, no Fórum Fantástico 2021, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro.

2021-06-08

Leitura Tágide 4: Monsters

Monsters - A lição de banda-desenhada do mestre Barry Windsor-Smith

Produto da imaginação, talento, ofício e persistência do autor de banda-desenhada britânico Barry Windsor-Smith,
Monsters, ao longo das suas 360 páginas, explora a forma como os efeitos perversos da violência se repercutem ao longo de gerações, afetando não só as vítimas diretas, mas também as que se encontram mais distantes, no tempo ou no espaço. Desenvolvida ao longo de trinta e cinco anos, esta é daquelas bandas-desenhadas que foi ganhando perfil de lenda muito antes do anúncio final da sua publicação num único volume. Não irei aqui entrar em muitos pormenores acerca da produção deste livro, mas posso referir que a sua origem se reporta a meados da década de 1980, quando o autor colaborava com a Marvel Comics. Na época, Windsor-Smith começou a trabalhar em Thanksgiving, uma história de 23 páginas que exploraria os traumas de infância de Bruce Banner como possível origem secreta do Incrível Hulk. Segundo o autor, originalmente era seu desejo conferir alguma profundidade emocional ao Hulk, uma personagem icónica por quem, o seu irmão mais novo, com Síndrome de Downe, nutria particular afeto. Entretanto, sem conhecimento do autor e antes que a banda-desenhada estivesse concluída, a sua ideia foi publicada pela editora sob autoria de outros, levando ao desentendimento de Barry Windsor-Smith com a Marvel. Nas décadas volvidas, o autor continuou a desenvolver esta banda-desenhada, acrescentando-lhe pranchas, explorando personagens e ramificações da história, transformando-a numa obra própria e independente, sem referências diretas às suas origens e com a ambição de um romance literário. O resultado é um livro adulto e perturbador que, apesar de deixar vislumbrar perfeitamente as suas raízes, está muito longe dos registos infanto-juvenis de ação e aventura do super-herói onde se originou.


Num resumo muito simples e que não faz, de todo, justiça à sua complexidade narrativa e dramática, o livro vai-nos apresentando as consequências e as causalidades por trás da tragédia anunciada nas primeiras pranchas, o espancamento brutal de Bobby Bayley, um menino de oito anos, pelo seu pai, um veterano de guerra, em 1949, que lhe deixará cicatrizes físicas e psicológicas para o resto da vida. Após a cena inaugural, traumática e incontornável, à qual o livro acabará por retornar, dá-se um salto cronológico até 1964, seguindo um jovem Bobby Bayley, que se apresenta como voluntário para o exército norte-americano. Recrutado pelo sargento MacFarland, um militar afro-americano que acabará por desempenhar um papel fundamental em toda a trama, o jovem é encaminhado para um projeto militar secreto, fruto da integração da ciência nazi na sociedade norte-americana, à semelhança da Operação Paperclip, que o transformará irremediavelmente num monstro. Assombrado por visões do destino horrendo de Bobby, mas incapaz de perceber o elo profundo que os une, MacFarland procurará a todo o custo remediar os efeitos das suas ações, mesmo que para isso tenha de sacrificar a sua própria família...

Após a trama de suspense da primeira centena de pranchas, a narrativa prossegue focando-se na vida pessoal dos membros da família Bayley em diferentes momentos e regredindo no tempo, apresentando um mosaico de profundo humanismo e detalhe, num crescendo de dor e sofrimento, até culminar num brilhante
götterdämmerung da Alemanha nazi, antes do epílogo agridoce e possível. Ao explorar esta temática complexa, Windsor-Smith acaba por reconhecer, enquanto autor, a incapacidade humana em encontrar uma resposta para o mistério da iniquidade, nunca chegando a resolver o enigma da origem do mal. No fundo, todos nesta narrativa, em menor ou maior grau, acabam por demonstrar alguma monstruosidade, por fora ou por dentro. No entanto, à boa maneira hippie, o autor conclui o livro apresentando o amor como único caminho para uma possível redenção.


Talvez a referência mais acessível para o grande público perceber o género em que Monsters pode ser inserido enquanto história, seja o trabalho do escritor Stephen King, amplamente divulgado não só pelos livros, mas principalmente pelas suas ubíquas adaptações aos meios audiovisuais. À semelhança de King, mas utilizando a BD em vez da prosa como meio de expressão, Barry Windsor-Smith desenvolve aqui uma obra que: integra elementos como a composição cuidada e rica das personagens, do tempo e do lugar num modo naturalista; revela um certo fascínio pela chamada Americana, patente nesta obra, por exemplo, nas referências aos próprios comic books, a Norman Rockwell, a Andrew Wyeth ou às small towns iconizadas pelo cinema de Hollywood e pelas séries de TV; apresenta o sobrenatural como uma das forças motrizes da trama, através de personagens com capacidades paranormais e a proliferação de coincidências e sincronismos inesperados. Finalmente, tal como em King, sobre toda esta tapeçaria paira, como uma nuvem escura e densa, o mal, representado pelas forças militares e serviços secretos norte-americanos, pelos horrores da eugenia, pela violência doméstica ou pelo nazismo. Não creio que King seja uma influência consciente no trabalho de Windsor-Smith, mas é o atalho mais fácil para retratar um pouco esta história para um público alargado. Na prática, estas semelhanças serão mais devidas ao facto de ambos os autores serem baby boomers, produtos de um determinado zeitgeist e com influências comuns.

Na minha opinião, o grande trunfo desta obra é o desenho, como naturalmente seria de se esperar numa BD. Feita integralmente a preto e branco, sem tons de cinza, tramas decalcadas ou digitais, o leitor vê-se face a face com um desenho sem filtro, como se estivesse a olhar para um manuscrito. Esta frontalidade produz um efeito de intimismo, que reforça o caráter humanista da história narrada. Barry Windsor-Smith deslumbra ao explorar ao máximo os limites do desenho, do rigor, do pormenor, das texturas e do claro-escuro, num registo a tinta, preto/branco, esbanjando virtuosismo. Estamos diante de um registo que quase se poderia epitetar de académico ou clássico, sem, no entanto, deixar alguma vez de ser banda-desenhada. A diagramação inteligente e adequada a cada sequência da história, a profusão de omonatopeias e o uso inteligente e adequado dos balões de fala enquanto dispositivos de direcionamento do sentido de leitura ao longo das pranchas, deixam sempre bem patente que, independentemente das suas influências vindas da pintura ou do desenho académico, Barry Windsor-Smith é, e continua a ser, um herdeiro da tradição dos
comic books segundo Jack Kirby.

Para terminar, devo dizer que normalmente não me comovo facilmente com a leitura de livros de BD. Aqueles que me conhecem pessoalmente sabem que tenho uma profunda paixão pela banda-desenhada, mas, regra geral, a minha fruição deste meio de expressão concentra-se mais em aspetos formais ou estéticos. Contudo, surpreendentemente e contra todas as minhas próprias expetativas, no final, Monsters conseguiu o improvável: comover-me. E muito. Obrigado, Barry Windsor-Smith.

Pedro Cruz

2021-03-16

Pedro Cruz ilustra inimigos do Batman

O autor Pedro Cruz (Mindex) contribuiu no ano passado para mais um livro do escritor Jim Beard, dedicado à memória da série televisiva Batman, dos anos 60. Beard, que já havia assinado a obra ZLONK! ZOK! ZOWIE! - The Subterranean Blue Grotto Guide to Batman '66: Season One, lançou agora BIFF! BAM! EEE-YOW! - The Subterranean Blue Grotto Guide to Batman '66: Season Two, que se foca na galeria de coloridos inimigos do Cruzado Encapuçado figurados na 2ª e última série do super-herói. O livro está actualmente no 1º lugar do top da Amazon.
Entre diversos contribuidores, o Pedro ilustrou três personagens: a Viúva Negra, que surgiu no episódio 55 em Março de 1967, interpretada pela actriz Tallulah Bankhead; o Director Crichton, de três episódios em 1967, interpretado pelo actor David Lewis; e a Pussycat, a jovem parceria da CatWoman, do episódio 40, em Janeiro de 1967, onde o Pedro incluiu um cameo do Robin. Aqui fica um detalhe da Viúva Negra...


 

2021-02-27

Leituras Tágide 2 – X-Men: Elsewhen

Para quem seguiu as BD de super-heróis norte-americanos na década de 1980, há um autor cujo nome certamente ainda hoje é lembrado: John Byrne. Dono de um traço que sintetiza os maneirismos dos gigantes Jack Kirby e Neal Adams num único estilo coerente, Byrne afirmou-se como uma influência imensa de todos os amantes e praticantes do género, enquanto desenhador e co-argumentista dos X-Men, onde, ao lado do argumentista Chris Claremont, desenvolveu histórias incontornáveis como Dias de um Futuro Esquecido ou A Saga da Fénix Negra. Lançado para o super-estrelato e desagradado com o tom dado por Claremont aos scripts dos X-Men, Byrne seguiria uma carreira a solo carregada de outros grandes sucessos em séries como Quarteto Fantástico, Tropa Alfa, Hulk, Vingadores e a reinvenção do Super-Homem em Man of Steel, entre outras.

Volvidos quarenta anos e já "reformado", eis que Byrne decide regressar ao universo que o firmou entre as lendas dos comic books numa fanfic onde reimagina os "seus" X-Men a partir de uma simples premissa: E se a Saga da Fénix Negra tivesse terminado de modo diferente? E se a Fénix não tivesse morrido como aconteceu no mítico X-Men #137? Eis então o ponto de partida para X-Men: Elsewhen, uma série de aventuras "imaginárias" em que Byrne pega novamente nos mutantes a partir desse ponto na sua história e segue uma nova rota. O resultado é estranhamente familiar para aqueles de nós que leram os X-Men de Byrne e Claremont, mas ao mesmo tempo surpreendentemente diferente, procurando, até ao momento, distanciar-se de referências diretas à cronologia ou aos anos 80 e evitando paralelismos com o que entretanto Claremont imaginou e escreveu para a equipa durante a década após a saída de Byrne do título dos mutantes.


Assim, enquanto leitores, somos presenteados com novíssimas aventuras protagonizadas por versões clássicas dos heróicos Professor X, Ciclope, Jean Grey, Tempestade, Colossus, Noturno, Kitty Pride e Wolverine, bem como novas adições como o enigmático Pablo Ascobar, sem esquecer ameaças clássicas como os Sentinelas, Fénix Negra e Magneto ou o retorno de personagens esquecidas como Jahf, um diminuto alienígena que Byrne havia introduzido precisamente no primeiro número dos X-Men que desenhou algures no final dos anos 70, facto que certamente não lhe terá passado despercebido. Aparições regulares de outras vedetas como Homem-Aranha, Vingadores, Quarteto Fantástico, Surfista Prateado ou Namor ajudam a alicerçar esta série no universo abrangente comum a essas outras figuras, rejeitando um certo hermetismo que tomou conta da versão oficial do(s) título(s) mutante(s) após a partida de John Byrne. Pelo meio, brilha principalmente a beleza e a atenção ao pormenor do desenho a lápis de Byrne que, do alto dos seus setenta anos, continua a desenhar magistralmente histórias que, contra-corrente, não procuram pregar ou subverter, mas simplesmente entreter.
 

Tratando-se para todos os efeitos de um webcomic, o autor publica uma prancha a lápis por dia, exceto aos fins-de-semana, num molde que faz lembrar o das tiras diárias dos jornais. Até ao momento, já foram publicados o equivalente a 19 números, sem aparente conclusão no horizonte. A série está a ser realizada sem qualquer espécie de fins lucrativos, podendo ser seguida e apreciada de graça no próprio site de John Byrne AQUI.
 
-- Pedro Cruz 
 
(A fase editorial dos X-Men que precede esta fan-fiction foi editada em Portugal nos álbuns Os Clássicos da Banda Desenhada: X-Men (Correio da Manhã/Devir/Panini) com as histórias "Segunda Génese", "Primeira Noite" e "Dias de um Futuro Esquecido", e em Heróis Marvel série II: X-Men - A Saga da Fénix Negra (Levoir))

2020-02-27

Pedro Cruz publica Mindex

No passado dia 15, o desenhador e colorista Pedro Cruz apresentou o seu novo álbum de banda desenhada, Mindex, escrito por Fernando Dordio e Mário Freitas, publicado pela Kingpin Books.
Este projecto, concluído há cerca de dois anos, marca o regresso do Pedro Cruz aos escaparates nacionais, após a sua estreia editorial com The Mighty Enlil (El Pep Edições, 2013). Neste intervalo de tempo, o autor publicou no seu blog seriados semanais de BD (desde 2006), colaborou em volumes antológicos, como Crumbs (2014) e H-Alt (2019), e fanzines como Efeméride #6 (2018), Legendary Horror Stories #1 (2019) e ainda Outras Bandas #1 (2019). Desde meados de 2019 que o Pedro frequenta os encontros Tágide, no Montijo, cidade onde actualmente reside.

Em Mindex, a fantasia tecnológica mistura-se com a realidade. A DigIT Corporation domina os media e as operadoras, numa contínua propaganda que apela aos mais básicos instintos dos cidadãos, sendo o Mindex – um indexador de pensamentos que grava memórias – implantado à nascença em mais de doze milhões de bebés, que poderão ser as suas próximas vítimas!
Quando é destacado para localizar os opositores do Protocolo 66: Implantação do Mindex à Nascença, o detective Conrad Kane depara-se com uma conspiração que esconde os segredos de DigIT.

2019-09-05

Pedro Cruz em antologia de Horror

O evento MotelX, que terá lugar no Cinema São Jorge (Lisboa), será o palco do lançamento da antologia Legendary Horror Stories vol.1, a primeira publicação pela livraria especializada Legendary Books. Nesta, teremos quatro obras curtas com temática transversal de terror psicológico e horror “slasher”, pelas duplas Nuno Duarte & Rita Alfaiate, Tiago Cruz & Inês Garcia, Aragundes Bicho & Anouk Aukine, e por André Oliveira & Pedro Cruz, o último dos quais frequenta os encontros do colectivo Tágide.



O trabalho desta dupla é intitulado “Chiken Pit”, por sinal também o nome de um diner muito mal frequentado, algures no interior dos EUA, onde um ex-presidiário, que ali trabalha como cozinheiro, irá enfrentar os seus demónios pessoais...
O livro será oficialmente lançado no dia 11 de Setembro, às 19h, na Sala 2 do edifício, seguida por autógrafos pelos autores na zona Lounge.